Olá, leitoras maravilhosas!
Aqui está o capítulo 8! Eu sei que as coisas estão acontecendo muito rápido na WM, mas eu estou escrevendo uma nova fanfic, e prometo que vai ser mais longa e que vou tentar melhorar ainda mais! Como essa é a minha primeira, eu não sabia muito como funcionaria, mas estou morrendo de felicidade por saber que minhas leitoras estão gostando! Obrigada à todas, não sei nem por onde começar a agradecer!
Olha, não fiquem com ciúmes, ok? Eu amo todas as minhas leitoras de maneira igual, elas ocupam um lugar do mesmo tamanho no meu coração! s2 Mas eu falei pra Franci que ia citar ela aqui, então estou citando! Obrigada por tudo, meu amooooor!
Queria agradecer a todas que leem e comentam, mesmo as sumidinhas, porque todas são MUITO importantes e fazem minha vida MUITO mais feliz! :)
Chuck tinha falado sério sobre se afastar.
Nenhum telefonema, nenhum encontro, nenhuma mensagem. Eu só queria dizer o quão
burra tinha sido. Eu o amava tanto, não acreditava que tinha sido capaz de
fazer isso. Mas ele não podia estar fazendo isso comigo agora… eu estava
acabada, não saía de casa, não via pessoas, não conversava com ninguém… Serena
estava me dando um gelo, até tinha ido morar na casa da Lily. Também, depois do
que fiz, não esperava menos. Dorota
estava com medo de se aproximar, até porque, sempre que o fazia, eu gritava com
ela. E minha mãe estava em Paris. A única pessoa que tinha entrado em contato
comigo, era a única que eu não queria ver naquele momento: Nate. Não estava
apenas chateada por ter me beijado, e sim porque ele traiu a MINHA MELHOR AMIGA
e o SEU MELHOR AMIGO. Não sou santa na história, mas foi ele que me beijou!!!
Foi quando escutei uma batida na porta e, pensando ser o Chuck, dei um pulo da
cama, sorri e disse “entre” . Mas é óbvio que não era Chuck… seria muito bom
para ser verdade.
- Nate. – falei, cerrando os dentes. – Eu não
quero falar com você. Vou dizer apenas uma vez: saia daqui.
- Blair… eu sei que você
está brava comigo, mas você não pode negar o que aconteceu… - tadinho. Ele
estava iludido. A verdade é que eu via Nate como um irmão, e agora, nem mais
isso existia.
- Nate, quantas vezes eu
preciso te dizer? EU NÃO SINTO NADA POR VOCÊ! EU AMO O CHUCK E SEMPRE VOU AMAR!
– ele pareceu um pouco ofendido, por isso baixei meu tom de voz. – Não sei o
que você sente por mim agora, mas com certeza é apenas uma recaída, Serena é
quem você ama de verdade. Encare os fatos, Nate.
- Blair, eu sei que eu já
fiz muitas coisas ruins pra você, mas você tem que me perdoar… Serena só foi
uma fase e… - eu não estava acreditando.
- TEM COMO EU SER MAIS
CLARA? – bufei. – Não é pelas merdas que você fez no passado que eu não estou
com você. É PORQUE EU NÃO TE AMO, NATE! Meu Deus, quantas vezes preciso repetir
isso? Desculpe se estou sendo grossa, mas eu preciso falar assim para você
entender. Chuck é o amor da minha vida… me desculpa. – ele pareceu entender,
porque pareceu triste de verdade. – Não fica triste, Nate… eu gosto muito de
você, mas não do jeito que você queria… Nós podemos ser amigos, mas se você
tentar alguma coisa comigo, eu juro que te dou um chute… você sabe aonde.
- Ok. – ele riu, mas ainda
parecia triste. – Vou pedir desculpas para a Serena. Ela merece, pelo menos
isso.
- Vai lá, então! Tchau,
Nate.
- Tchau, Blair.
Chuck
Bass:
Nem sei porque estou fazendo isso. Estou na
minha limosine, indo pra casa da Blair. A verdade é que eu preciso vê-la. Ela
tinha razão, eu exagerei os fatos… não é como se eu não tivesse feito coisa
pior antes. E eu queria perdoá-la, simplesmente para poder ficar com ela
o mais rápido possível. Me surpreendi ao notar que os porteiros me deixaram
subir direto. Parece que não tinham se esquecido de mim e das tantas vezes que
vim aqui com Blair. Saindo do elevador, não avistei ninguém na sala, então subi
para o quarto. E pude ouvir vozes lá dentro. A voz do Nate. Pensei em dar um
soco na porta, entrar, falar poucas e boas para ele e mandá-lo sair do quarto
da MINHA mulher, mas, ao invés disso, resolvi escutar a conversa. Blair estava
dizendo que não queria nada com ele, e que me amava. Sorri instantaneamente. E
eu pensando que eles estavam juntos… Nate saiu com uma cara triste e ficou
ainda mais quando me viu. Tentou me pedir desculpas, dizer que queria voltar a
ser meu melhor amigo como antes e tal… nem respondi, apenas entrei no quarto da
Blair, fechando a porta. Ela se assustou ao me ver, mas logo abriu um enorme
sorriso e arrumou o cabelo. Eu ri.
- Desde quando você precisa arrumar o cabelo
para mim? – eu sorri, me aproximando devagar com a mão no bolso.
- Desde que eu tenho medo
de que você fique com aquelas prostitutas de quinta, se eu não estiver bonita!
– franzi o cenho, mas não deixei de rir. – Não estou certa? Ué, Chuck Bass,
andando por aí, solteiro… O QUE PODERIA ACONTECER? Então tenho que ficar linda
para você não tirar a minha imagem da cabeça nunca.
- Eu não tiro a sua imagem
da cabeça faz muito tempo… - sorri. - … Independente de você estar arrumada ou
não. E, quanto ao seu argumento, quem disse que eu estou solteiro? – ela fez
uma cara surpresa e triste, provavelmente achando que eu já tinha arrumado
outra e estava ali para terminar tudo, então eu logo continuei…
- Bem, não sei se ela vai
querer voltar comigo né… mas eu a perdoei, simplesmente porque não consigo
viver minha vida sem ela ao meu lado.. não sei se você a conhece, talvez sim…
ela é a mulher mais linda desse mundo, é poderosa, atrevida, extremamente sexy,
tem os olhos castanhos mais marcantes que existem, e causa inveja em tudo e em
todos quando passa… - ela já estava sorrindo, mas precisava de uma prova para
saber que era realmente dela que eu estava falando – É a Audrey da nossa geração.
Mas é ainda mais linda. Muito mais linda.
- Ah é?... bem… eu adoraria
conhecê-la, parece ser uma menina maravilhosa. – ela disse com um sorriso
atrevido, me puxando para sentar na cama.
- Ah, mas ela é… e você não
faz ideia do quanto eu senti saudades dela… - eu falei, chegando cada vez mais
perto.
- Talvez ela tenha sentido mais ainda… - ela
falou e me puxou totalmente, me dando um beijo ardente. Puxei sua cintura ainda
mais para mim, a deitando na cama e me coloquei em cima dela. Foi aí que eu
percebi… Não importava o que fazíamos ou o quanto lutávamos, nada conseguia
passar por cima do nosso amor. Era algo completamente surreal. Então eu relaxei
e curti o momento, esperando que mais nada de ruim acontecesse com a gente… eu
só não sabia que o dia seguinte seria ainda pior… não sabia que ele
estava de volta.
OMGGGG, ELE QUEM?
Palpites? Marta, Carol, Nil, Gabi, Franci, Rafa, Clara? Alguém? HAHAHAHAH
Comentem, pessoal!
XOXO,
Mari Bass. :*
