terça-feira, 20 de agosto de 2013

Fanfic: With Me - Capítulo 7: Hurt.


Olá, amores da minha vida! Como estão?
Queria realmente pedir MUITAS desculpas pela demora do capítulo, não vai acontecer mais. É porque estou em semana de testes, muitos deveres para fazer, então já viram, né? Hahahahahha, não vai mais acontecer!
Pra quem não sabe, eu já terminei a fic há um tempinho, mas eu estou achando que as coisas aconteceram muito rápido... queria mudar, mas agora que os acontecimentos já estão escritos, se eu mudar um, tenho que mudar a fic inteira! Ela supostamente iria até o 10, mas queria pedir a opinião de vocês... eu continuo escrevendo depois do 10, como uma segunda fase da With Me, ou começo a escrever outra fic? Porque parar é o que eu não vou fazer! o/
Geeeente, quem quiser me seguir no twitter é ótimo, pq aí eu falo com vcs por lá tbm! É @itsmemaribass! Quem tiver tt, bota o seu aqui nos comentários, pq eu sempre aviso quando tem capítulo novo! 
Bem, é isso! Aqui está o cap, enjoy:



“This is the end, Chuck.”

(Blair Waldorf).

Entrei no loft dos Humphrey. Não sabia o que estava fazendo ali, para falar a verdade. Mas sabia que queria vingança. Jenny fez uma cara surpresa ao me ver.
- Veio defender sua namoradinha? – ela falou, revirando os olhos.
- Pelo contrário. – ela me olhou ainda mais surpresa.
- O que ela fez com você? – perguntou, chocada.
- Isso não vem ao caso. – disse, sério. – A pergunta é o que nós vamos fazer. Alguma ideia?
- Bem… - falou, sedutoramente. - …eu tenho umas ideias… - Jenny chegou mais perto. Essa menina era mais pervertida do que eu pensava. Ela me beijou.
- Tem alguém em casa? – consegui dizer, no meio daquele beijo. Era… diferente.
- Não, meu pai está na Lily… - ela disse, voltando a me beijar. Comecei a achar a Jenny estranha de repente. Ela queria vingança contra a Blair ou ela me queria? Realmente, eu não sabia o que estava fazendo ali. Eu não queria aquilo. Nunca perdoaria a Blair, mas, não podia negar, estava muito magoado e ainda a amava. Não iria usar a Jenny de novo, seria maldade. E estragaria qualquer chance que eu pudesse ter com a Blair  no futuro.
- Jenny… - falei, enquanto ela me deitava no sofá. Saí de seus braços com muito custo, me levantando. – Não posso fazer isso.
- Por que? – ela estava com raiva. – Para você voltar correndo para a Blair, como sempre faz? Por que você não pode magoá-la, heim Chuck? Ela pisa em você, mas você não faz nada pra mudar isso!
- Olha, Jenny… eu já fiz muita merda no passado. Não vou perdoar a Blair, ao contrário do que você pensa, mas não vou fazer isso com você. Nem com ela. Nem comigo. Preciso ir, já está tarde. – falei, saindo e batendo a porta. Peguei um táxi para meu hotel. Chuck Bass andando de táxi? O que estava acontecendo comigo?

Cheguei no hotel, pronto para tomar um banho e dormir, para tentar esquecer tudo o que tinha acontecido. Mas, quando saí do elevador, encontrei uma Blair despedaçada, chorando, sentada no meu sofá. Minha vontade foi correr para abraçá-la, mas me conti. Nada apagaria o que ela fez.
- O que você está fazendo aqui? – disse, frio.
- Chuck… - ela começou. – …Eu vim me desculpar… Sei que não existem desculpas suficientes nesse mundo, mas eu já te perdoeei por todas as coisas horríveis que você já fez na vida e…
- É diferente. – eu falei.
- Quer dizer que você me trocar por um hotel e dormir com a minha maior inimiga é melhor do que eu beijar um cara uma vez? – ela disse, indignada.
- Não disse o que é pior ou melhor, só disse que é diferente. Eu não fiz nada com outra pessoa, você sabe que sempre foi única para mim. A história do hotel, sim, foi horrível e eu me arrependi, mas não teve nada com outra garota! A Jenny foi a única vez que eu “te traí”, se podemos dizer assim, mas foi muito diferente! Eu pensei que você não me amava mais, e não significou nada! Mas não entendo porque você ficou com o Nate, O NATE, meu melhor amigo…. Nós estávamos tão bem, Blair. Não sei, acho que eu pensei que você me amava de verdade. Mas, no primeiro momento que você conseguiu ficar a sós com ele, vocês se beijaram! Eu não consigo aceitar isso, Blair. – falei, triste e com raiva.
- Você vai mesmo me dizer, depois de tudo o que passamos, que eu não te amo, Chuck? Pense um pouco, tá bom? Porque se você acha isso, você realmente não me conhece! Eu não sei porque beijei o Nate, na verdade ELE ME BEIJOU e eu já ia parar, foi sem sentimento nenhum, deve ter sido por aquela sessão nostalgia em que a gente estava e ele foi o meu primeiro amor e tal… - revirei os olhos – Mas isso não quer dizer que seja meu amor agora! Foi um deslize, Chuck. Como se você não tivesse cometido nenhum. Você acha mesmo que se eu amasse o Nate eu estaria aqui, me humilhando desse jeito? Não, eu estaria com ele, e não aqui, implorando o seu perdão. Chuck, o que mais eu preciso fazer para provar que eu te amo, heim? DROGA CHUCK, não sei o que seria da minha vida sem você! Eu não conseguiria nem respirar, comer, ou falar, não conseguiria fazer nada… por favor, só… - ela começou a chorar muito, soluçando. Queria fazer alguma coisa, mas não podia. Ela tinha me magoado demais… e com o meu melhor amigo! As pessoas que eu mais confiava no mundo, de repente passaram a ser as que eu menos podia confiar! Senti uma lágrima escorrendo do meu rosto, já sentindo vergonha de toda aquela situação.
- Blair, eu queria te perdoar, mas não consigo… por mais que seja difícil assumir, eu estou muito magoado…. dói demais, Blair…. – não consegui terminar. Ela me abraçou e nós ficamos ali, abraçados. Eu a amava tanto… então por que aquilo estava parecendo uma despedida?
- Desculpa, Chuck… - ela começou, mas eu a interrompi.
- Acho melhor nos afastarmos por um tempo. Não só desse abraço, mas no nosso namoro. – seus olhos começaram a se encher de mais lágrimas, e ela saiu dos meus braços, olhando para mim, então continuei – Pelo bem de nós dois. Blair, nós sabemos que vamos nos magoar se continuarmos assim... temos que ter tempo para refletir, para pensar sobre isso.
- Mas eu não tenho o que pensar, Chuck! Você está em dúvidas em relação a mim?? – ela perguntou, gritando. Explodi.
- Sim, Blair, eu estou!!! O que você achava, heim? Que você, do nada, ia beijar o melhor amigo e depois aparecer na minha casa que tudo ficaria bem? Me desculpa, mas não é bem assim que as coisas funcionam. – saí da sala e entrei em meu quarto, batendo a porta. Meu Deus, o que foi que eu fiz? Eu realmente ia perder o amor da minha vida? Não conseguia pensar, só não acreditava que ela tinha feito aquilo comigo… Pude olhar pelo buraco da fechadura, Blair desabando em meu sofá, chorando como nunca antes. Acho que ela nunca tinha magoado tanto alguém que amasse, estava sofrendo as consequências. Depois de uns 10 minutos chorando daquele jeito, foi embora… e levou, junto com ela, toda a minha felicidade.

Beijos,
Mari Bass.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Fanfic: With Me - Capítulo 6: Back in Town.


Obrigada pelo apoio, gente! Amo vocês! Espero que gostem: 


“And sometimes we let someone in, only to be left out in the cold.”
- Gossip Girl.

- Serena e Nate? – Chuck me perguntou, chocado, enquanto estávamos tomando o café da manhã na cama em seu hotel.
- Exatamente. – respondi, tomando meu iogurte.
- Nossa… Parece que tudo está voltando a ser como antes! – ele falou, sorrindo.
- Nem tudo. Nós, por exemplo… Você está mais romântico comigo. – o lancei um olhar desafiador, que dizia “viu, eu mudei Chuck Bass”.
- Romântico? – ele arqueou uma sombrancelha – Não, não estou. – Não respondi, apenas sorri docemente. Ele sabia que estava.
- Bem… e se eu estiver?... o que você vai fazer quanto a isso? – ele se debruçou em cima de mim.
- Eu? Bem… não posso dizer que não gosto desse seu novo lado. Mas, as vezes, gosto de ter meu velho Chuck de volta... – Não precisei dizer mais nada. Quando vi, minha blusa já estava no chão. Ele me beijou, ora docemente, ora ardente, necessitada. É, esse era Chuck Bass. Imperfeito e indeciso. Romântico e pervertido. Mas acima de tudo, ele era meu, e só meu. E ninguém podia me tirar isso.

Chuck Bass:

Estava trabalhando calmamente, sentado na mesa da sala da minha cobertura, quando escutei o elevador chegando. Sorri, já sabendo quem era, sem olhar pra trás.

- Chegou cedo! Só estou terminando de organizar esses papéis e serei todinho seu! Vamos sair com o Nate e com a Serena, não é? – falei, terminando de empilhar os papéis e virando para dar de cara com a Blair. Ou melhor, com a imitação barata da Blair.
- Surpreso em me ver? – Jenny falou, me encarando.
- O que você está fazendo aqui? – disse. Estava com raiva, mas não podia transmitir. Ela tinha acabado com o meu namoro, e tinha certeza de que foi para se vingar da Blair, mas eu também tinha culpa. Não sabia como tratá-la, ela devia estar com raiva de mim também, afinal, eu tirei sua virgindade enquanto estava apaixonado por outra mulher. Mas não era raiva ou tristeza que eu vi em seus olhos… era perversão. Estranho.
- Eu? Nada… Vim passar o final de semana aqui na cidade, e achei que você podia me dar as boas vindas… - ela falou, sedutoramente, se livrando do seu casaco e mostrando uma lingerie extremamente curta. Mas, ao contrário do que pensava, não senti atração… senti nojo. O que ela pensava que estava fazendo? Ela achava que iria aparecer ali, me provocando e que ia conseguir humilhar minha namorada? A pessoa que eu mais amo no mundo? Mas ela estava muito enganada. Fiz uma cara de total desprezo e ela deve ter percebido, porque logo disse:
- Ah, Chuck… - falou, chegando mais perto – Todos nós sabemos que esse não é você… cadê o velho Chuck Bass, heim? Vai me dizer que ficar apenas com uma mulher está te satisfazendo?... – aquilo me enfureceu.
- Olha, Jenny, não que seja da sua conta, mas a Blair está me satisfazendo extremamente bem, obrigada. – continuei – Então, se me der licença, tenho que encontrá-la, e acho que você devia fazer o mesmo com as pessoas que você ama, ao invés de ficar se humilhando aí, à procura de vingança. Ah, e é melhor você sair da cidade logo, porque se Blair te ver andando por aí, você terá que sofrer as consequências – disse, me encaminhando para o elevador.
- Eu não tenho medo da Blair. – ela falou, segura, mas ouvi sua voz fraquejar por um segundo.
- Não diga que eu não avisei. - Pisquei um olho para ela e entrei no elevador, dando um último sorrisinho cínico e saí, indo para a casa da minha namorada.

Parecia que eu tinha realmente mudado. Era estranho me ver resistindo a uma mulher. Um estranho bom. Enquanto Jenny estava lá, praticamente se oferecendo para mim, eu estava pensando na única mulher que eu gostaria de estar naquele momento… ela. Cheguei na cobertura dos Waldorfs, como sempre muito bem limpa e arrumada, e fui recebido por Dorota.

- Oi, Dorota! – falei, animado – Blair está?
- Sim, está está lá em cima, Sr. Chuck. – fui em direção as escadas, mas Dorota me chamou e eu virei – Tome cuidado… ela não está com o humor muito bom hoje. – estranhei. Blair estava extremamente feliz hoje de manhã. O que teria mudado?
- Blair? – bati na porta do quarto, que estava fechada. Como ninguém respondeu, entrei no cômodo, e estranhei ao vê-lo vazio. Já ia sair, quando escutei um barulho de água vindo do banheiro. Bati levemente na porta e entrei, encontrando a Blair na banheira de olhos fechados, com uma música tocando no fundo.
- Você tem que tomar cuidado em não trancar essa porta… imagina se alguém, sem ser seu namorado, entra aqui e te vê linda desse jeito? Assim eu fico com ciúmes… - disse, me aproximando para beijá-la mas ela virou o rosto e perguntou, fria:
- O que você está fazendo aqui?
- O que aconteceu? – perguntei, preocupado – Dorota disse que você estava de mal humor… mas o que houve?
- Jenny Humphrey voltou a minha ilha. – ela sorriu sarcásticamente e eu gelei. Ela sabia que a Jenny tinha me visitado. Com certeza. Jenny deve ter sido vista por alguém saindo do meu hotel com aquele “modelito”, Blair viu na Gossip Girl, e já pensou besteira. Meu Deus. Resolvi conferir:
- E…? – falei, esperando sua reação.
- E? – ela disse, indignada. – Precisa de mais motivo? Jenny Humphrey aqui já é um grande problema para me preocupar… estou cansada de ter que ficar acabando com ela, essa menina me dá nos nervos! – ela falou, irritada. Ufa. Então ela não sabia sobre a “visita” inesperada da Jenny… mas resolvi que ia contar. Esconder coisas da Blair já tinha me causado muitos problemas no passado. Não iria mentir para ela dessa vez.
- Jenny veio me ver. – eu disse e ela me olhou, triste. Ela ficou vermelha, e lágrimas já brotaram em seus olhos. – Ei! – disse, as enxugando. – Assim você me ofende! Eu sou tão ruim assim? Porque você sempre pensa mal de mim?
- O que aconteceu, Chuck? Você ficou com ela, não ficou? – ela falou, desabando.
- Não Blair, não fiquei! Não acredito que você não confia em mim!. - disse bravo, mas depois me acalmei, olhando a sua expressão triste – Blair... você não precisa se preocupar. Eu nunca vou te trair. Pense bem, porque eu te trairia? Você é Blair Waldorf. É a mulher que amo. O que aconteceu de fato foi que Jenny foi lá tentar me seduzir sim, mas eu resisti. Alertei a ela que você poderia fazer alguma coisa, e a mandei tomar cuidado. Mas acho que você não deve fazer nada, Blair… essa menina já foi longe demais, não merece a sua preocupação… eu só tenho medo de ela querer te machucar ou algo assim.
- Tudo por vingança… Ela é uma cobra! – ela disse rindo e eu também ri do seu bom humor repentino. Essa era a Blair que eu conhecia. A Blair que não se abatia, que enfrentava tudo e todos. – Me desculpe… nunca devia ter duvidado de você, mas é porque eu estava com muita raiva. – ela fez biquinho e eu não pude resistir. Dei um beijo naquela boca linda, mas realmente estava muito desconfortável ali, ela, dentro da banheira, eu, fora.
- Vamos sair hoje com Nate e Serena, certo? – ela afirmou com a cabeça – Então vamos aproveitar! Esquece tudo isso, ok?
- Ok! – ela disse, me beijando de novo.
- Então… você vai sair logo daí ou eu vou ter que entrar? – nós dois rimos e eu a puxei, a fazendo sair da banheira.

Blair Waldorf:

Entramos no restaurante/bar/boate ou sei lá como você queira chamar, e já estava muito cheio. Era noite de sexta feira e eu realmente estava querendo esquecer da Little J e de todo o extresse de hoje… como se isso fosse possível. Nós quatro (eu e Chuck mais o Nate e a S.), conseguimos finalmente uma mesa, mas chamar o garçom era impossível. Nate saiu para ir ao banheiro e, depois de tentar chamar o garçom umas 20 vezes, me irritei.

- Chuck, vou lá no balcão buscar nossas bebibas, ok? – disse, dando um rápido beijo nele.
- Não quer que eu vá pra você? – Chuck perguntou.
- Não precisa! Não aguento mais ficar aqui com esse atendimento horrível! Preciso sair dessa mesa… Daqui a pouco eu volto! – falei, brava, e já saindo da mesa. Antes eu não tivesse saído… Fui até o bar e pedi nossas bebidas, enquanto sentava em um banquinho para esperar. Foi quando vi Nate saindo do banheiro e se sentando ao meu lado.
- E aí, Blair? – ele falou, sorrindo – Deixa eu adivinhar, não estava satisfeita em não ter ninguém “te servindo” então teve que fazer o serviço com as próprias mãos?
- Você me conhece, Nate! – respondi, sorrindo também.
- Então, vai me contar porque está com essa cara brava? – franzi o cenho – Com certeza não é só porque os garçons não estavam te atendendo. – bufei.
- Jenny Humphrey. Aquela. Piranha. Que. Eu. Expulsei. Da. Cidade. – ele riu pela forma pausada que eu falei as palavras – Ela veio pra cá hoje e deu em cima do Chuck! Eu só não fiz nada porque tenho mais o que fazer da vida! E ela, vadia daquele jeito que é… tenho medo de ela continuar dando em cima do meu namorado.
- É… - ele riu - … era tudo tão mais fácil quando nós éramos adolescentes e só nós preocupávamos com nosso “futuro perfeito”… parece que ele chegou, e não é tão perfeito assim.
- Como assim? Você tá brincando? E a Serena? Sua vida não é perfeita com ela? – ele sorriu e me olhou intensamente. Estranho.
- Sim… - Nate continuou me olhando daquele jeito estranho. - …mas poderia ser bem melhor… - ele botou a sua mão na minha. Não consegui tirar, de tão chocada que estava. – Sabe, apesar de ser muito bom com a S., sempre imagino como seria se as coisas tivessem sido diferentes… - percebi ele chegando cada vez mais perto e… ele me beijou. Meu Deus, Nate está me beijando. O que ele está fazendo? O que EU estou fazendo??? Eu amo o Chuck. Nate é só meu amigo, não estou gostando disso. Mas, antes que eu tivesse tempo para separá-lo, uma voz atrás de mim me despertou.
- Eu sabia que os velhos tempos tinham voltado, só não sabia que eram tão velhos assim. – Chuck disse e eu me virei, assustada. Tinha sarcasmo em sua voz, mas pude ouvir o tom triste. Ele sorriu, para  mostrar que não se abalava com nada, e saiu andando.
- Chuck, espera… - falei, saindo da cadeira, mas Nate me segurou.
- Blair, eu... – ele começou mas eu logo me soltei.
- Não acredito que você fez isso! – eu disse, já chorando. Saí correndo procurando Chuck por todo o restaurante, mas ele já tinha ido embora. De repente, vi Serena chorando também. É, além de perder o amor da minha vida, perdi minha minha melhor amiga. E eu que achava que essa noite não podia ficar pior.

Chuck Bass:

Saí andando em direção a porta da boate e, quando saí, o vento me atingiu de imediato. Não reagi, pois nada era pior do que eu estava sentindo dentro de mim naquele momento. Eram como se facas estivessem sendo enfiadas em todo o meu corpo. Eu tinha sido traído. E não só pela minha namorada, mas também pelo meu melhor amigo. Enxuguei meus olhos, que insistiam em derramar lágrimas e mais lágrimas. Não, eu não estava chorando. Chuck Bass não chora, não se abala por nada. Não sabia para onde ir… espere, sabia sim. Será que Jenny ainda está na cidade? 



Franci, o próximo que eu chorei escrevendo! 

Comentem!
XOXO,
Mari Bass.